quarta-feira, 27 de maio de 2015

As for tonight...

Então, já se esqueceram? Hoje é noite de aumentar a natalidade de Portugal. Não se esqueçam de fazer algo romântico. Saiam do computador e larguem o telemóvel e dêem uns amassos a uma pessoa do vosso gosto. 

Eu parei na I-30 W, só para vos dizer isto. Ninguém me pode acusar de eu não gostar de vós. Aqui vai o meu percurso: comecei em Memphis à 12:17 da tarde, acabarei em Houston, eventualmente. 

Toodles, darlings...



O melhor BBQ de Memphis

Na minha opinião pessoal e não sou paga para dizer isto, o melhor BBQ de Memphis é no Corky's situado na Poplar Ave. Há outros Corky's e há outros restaurantes que servem BBQ, mas esse é o meu preferido. Já fui a vários famosos, como o Rendez-Vous, Interstate BBQ, e Central BBQ e mantenho a minha opinião. 

Há dois tipos de BBQ ribs (costelas de porco) em Memphis: um é seco e outro é molhado. O seco usa uma mistura de especiarias para temperar a carne, é uma "dry rub". O molhado usa um molho para temperar e para servir a carne. Há molhos que são baseados em ketchup e são doces (o do Corky's); depois há os molhos cuja base é vinagre e são mais ácidos (o do Rendez-Vous). O BBQ de Memphis tradicional é o que usa o dry rub, mas eu acho que esse é demasiado salgado e prefiro o molhado. 

Ontem, quando uma amiga minha me perguntou "Where would you like to go for lunch, darling?", eu disse logo "Corky's!". O restaurante original, o da Poplar Ave., é uma instituição! As paredes estão cheias de fotos autografadas por pessoas famosas a visitar o restaurante. Há fotos de políticos, inclusive presidentes dos EUA, atletas, cantores, actores, etc. 

Nós comemos um prato de ribs para duas pessoas, que é acompanhado por "cole slaw" e "baked beans". "Cole slaw" é uma salada fria em que couve e cenoura, cortadas em Juliana, são temperadas com um molho (buttermilk e maionese). Esta salada pode ser guardada por vários dias. Os baked beans são feijões cozinhados lentamente, e costumam ser ligeiramente doces porque levam açúcar amarelo e molho de tomate. No sul dos EUA, muitos pratos principais (especialmente carnes) são doces porque usam "molasses", "brown sugar", etc. 

Aqui vão as fotos do Corky's e do almoço. Reparem, isto não é comida gourmet--é mesmo para ficarem com as mãos e os beiços besuntados de molho. Eu comi com faca e garfo para minimizar o estrago à maquilhagem. 

Ah, e bebi a cerveja da casa, que não era má de todo. Preferia uma Blue Moon, que é servida com uma fatia de laranja, mas não estava disponível na altura. E pediram para eu mostrar a minha carta de condução para provar que tinha 21 anos! Whoop whoop, who's your Momma?






terça-feira, 26 de maio de 2015

A NOS pede desculpa...

Eu estou em Memphis, Houston está inundada, e uma das primeiras coisas que comecei a fazer quando acordei é análise de risco: sair hoje ou amanhã? Decidi sair amanhã. Depois, recebi a carta da NOS, senti asco, escrevi um post no Destreza, que publiquei às 8:29 de Memphis, e fui à minha vida porque é nestas alturas que eu sou mais produtiva. Nem me dei ao trabalho de contactar a NOS. Às 10:14, recebo um telefonema do Contencioso da NOS a dizer que houve um lapso e enviaram uma carta que eu devo ignorar, não sabiam se eu a tinha recebido ou não. Para me descansar, disponibilizaram-se a enviar-me um email a dizer que eu não devia nada.

Chegou um email às 11:37 de Memphis. Suponho que lhes demorou mais de uma hora a enviar o email porque este não é dos enlatados, como o atum. Este foi escrito especificamente para mim! Ora, digam lá que eu não sou uma miúda importante? Sai a minha foto no jornal, há e-mails escritos especialmente para mim, recebo telefonemas no outro lado do Atlântico a pedirem-me desculpa. Se o John Barry fosse vivo, estaria a escrever a banda sonora para este filme...

A vida seria tão, mas tão mais bela se TODOS os gatos pingados que tivessem problemas com a NOS, e outras companhias como a NOS, tivessem este tipo de tratamento que eu tive hoje, SEMPRE. Mas não, porque para eu ter este tratamento, tive de armar banzé! Reparem que eu até tenho a reputação de ser uma grande sonsa porque eu sou calada e não tenho grande afinidade para conflitos e manufactura de escabeche--no entanto, tenho muito talento para partir pratos, quando a situação o exige. Este foi o caso!

Eu ando a vender Portugal aos estrangeiros, a dizer que é um sítio porreiro para se visitar; os meus amigos holandeses, franceses, americanos, etc. querem que eu lhes mostre Portugal porque acham-me uma rapariga porreira, e confiam em mim e no meu gosto. Ainda no final de Abril dizia eu a uma amiga americana que ela podia ir a Portugal passar um mês ou dois de vez em quando, dado que ela está prestes a reformar-se e seria uma experiência gira para ela. Agora tenho medo que ela vá e lhe aconteça qualquer coisa.

O mínimo que eu exijo pelo meu esforço e pelo esforço de todos os que trabalham para que Portugal ande para a frente é que as maçãs podres que existem em Portugal, como estas pessoas que trabalham para a NOS e entopem a justiça portuguesa, apodreçam de uma vez por todas e desapareçam--shoooo, vão à vida, ó maçãs podres, estamos fartos de vós, ó NOS... Se estas pessoas não sabem construir, não ajudem a destruir o país.

Não custa nada tratar as pessoas com respeito e respeitar a lei da terra. É isso o que é ser um bom cidadão. Experimentem--até faz bem à pele e tudo!

Experiência versus conhecimento

Numa conferência, o intelectual americano John Dewey apresentava uma série de teorias e inovações pedagógicas. No debate, alguém disse: "Pois, isso é tudo muito bonito, mas eu é que tenho 10 anos de experiência no terreno." Dewey replicou: "Tem 10 anos de experiência ou um ano de experiência e 10 a repetir sempre a mesma coisa?"
Se não reflectirmos sobre aquilo que fazemos, não aprendemos nada. O conhecimento das coisas não nasce da experiência, nasce da reflexão sobre a experiência.

A NOS continua a assediar-me...

Abri hoje o meu email e tinha correspondência do meu procurador em Portugal. A NOS enviou-me uma carta cheia de mentiras. Reparem que me telefonaram, no dia 19 de Maio, a dizer que o caso estava resolvido e, alguns dias depois, confirmaram este facto a uma jornalista. Mas como são incompetentes, esqueceram-se de tirar esta cartinha do molho da correspondência que enviam para assediar as pessoas. A propósito, já vos disse que quando a NOS celebrou o "contrato" com a minha informação, o meu bilhete de identidade estava fora do prazo? Pois é, não tinha validade. Viva a NOS, viva a incompetência!

Notem o nível de asco da correspondência! A carta diz que me deram oportunidades de eu pagar a prestações, o que aos olhos dos advogados da NOS, faz da NOS uma companhia adorável. É pena que eu nunca tenha visto essa oferta; logo, mais uma coisa que faz da NOS uma companhia mentirosa. Esta carta também me diz que, muito provavelmente, a NOS diz que investiga um caso, mas o modus operandi é nunca desistir de um caso por mérito e seguir sempre a via do tribunal, sobrecarregando a justiça e passando o custo da sua incompetência para os contribuintes portugueses.

Eles decidiram desistir do meu caso porque eu fiz barulho nas redes sociais e o meu post foi partilhado por blogues como "O Insurgente". Não teve nada a ver com o mérito dos meus argumentos. Depois, como são estúpidos, esqueceram-se de tirar o meu nome da lista de vítimas e enviaram a carta.

Isto é uma clara violação da lei portuguesa, uma afronta à dignidade das pessoas, e uma péssima gestão de recursos. Pensem nisso quando contemplarem comprar algo da NOS; pensem nisso quando quiserem investir na NOS. Sabem o que eu quero? Eu quero que quando ouçam o nome NOS o associem a uma companhia mal gerida que não terá problema nenhum em assediar-vos e perseguir-vos quando lhe der na real telha.

Mas nem tudo é mau, porque isto também é uma razão pela qual eu vou fazer queixa destes advogados à Ordem dos Advogados e vou escrever à Ministra da Justiça a perguntar por que razão os meus impostos estão a ser gastos para manter um sistema de justiça que serve uma companhia terrorista que gosta de perseguir cidadãos que obedecem à lei.

Caros governantes de Portugal, quando falam em competitividade, a que competição se referem? É aquela em que as companhias competem entre si para ver quem trata pior as pessoas? É para isto que nós vos pagamos salários?

Ó querido CEO da NOS, já sinto pena de si por ter empregados que contratam um escritório de advogados tão mau: eles mentem, violam a lei, são mal-educados ao telefone. Não faz mal, terei muito prazer em ser o vosso Quebra-NOS. Querem luta? Encontraram a pessoa ideal! Bring it on...

P.S. O meu procurador é um amigo meu, que é meu procurador para efeitos fiscais, ou seja, para lidar com o Ministério das Finanças, mas a NOS gosta muito de me enviar correspondência ao cuidado dele.

Houston, we have a problem!

Acordei hoje antes das seis da manhã e já tinha uma mensagem da minha chefe. Ontem eu enviei-lhe as minhas previsões por volta das 23 horas. Ela respondeu-me às 00: 47 de hoje a perguntar se não seria melhor eu regressar para Houston na quarta-feira em vez de hoje. A cidade está inundada, as escolas estão fechadas, partes das autoestradas estão submersas. A vida nos EUA nunca é aborrecida.

Já sei o que estão a pensar! Será que vai haver algum "public official", que vai dizer "There is no solution!"--"Não há solução!". Só se tiver um desejo de morte. Em Houston, quase toda a gente tem armas. Não convém irritar a malta quando a malta já está um bocadinho irritada...

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Creativity in living

"The man who follows the crowd will usually get no further than the crowd. The man who walks alone is likely to find himself in places no one has ever been before.

Creativity in living is not without its attendant difficulties, for peculiarity breeds contempt. And the unfortunate thing about being ahead of your time is that when people finally realize you were right, they’ll say it was obvious all along. You have two choices in your life; you can dissolve into the mainstream, or you can be distinct. To be distinct, you must be different. To be different, you must strive to be what no one else but you can be . . . " *

* By Alan Ashley-Pitt (Aardvarque Enterprises, 116 W. Arrellaga Street, Santa Barbara, California 93104).

Disse claramente dito

- Fui comprar repelente de insectos para E.
- Não era preciso tanto. Bastava dizeres-lhe que hoje não tinhas disponibilidade.

Re: Espelho meu, quem é mais liberal do que eu?

Quanto à TSU eu concordo com Louçã quando diz que a proposta do PS é bastante semelhante à do PSD/CDS. À actual, que é radicalmente diferente da de Vítor Gaspar que foi chumbada na rua e que se traduzia num aumento da TSU total.

Mas a proposta é também similar à do BE de há alguns anos, quando se discutiu a última grande reforma na SS. E a argumentação do BE era em tudo semelhante. Era necessário baixar a TSU para não penalizar o factor trabalho. É fácil ir buscar passagens de textos da época onde isto é facilmente explicado. A ideia é bastante simples e nem consigo perceber como discordar dela: ao se taxar directamente os salários, ainda por cima de forma tão agressiva, cria-se uma fiscalidade que é pouco amiga do trabalhador. Baixar estes impostos (ou taxas) que incidem directamente sobre o trabalho e substituí-los por impostos com outras incidências é adequado num momento de tanto desemprego.

A proposta do PS pode ser melhorada? Com certeza que sim. Está-se a trocar impostos certos (TSU) por impostos incertos (imposto sobre grandes heranças e TSU sobre rotação de trabalho) e voláteis (IRC). Mas se a ideia de base é correcta vale a pena explorá-la e trabalhá-la.

PS Nesta argumentação, estou a referir-me à TSU paga pelas empresas. A redução da TSU paga pelos trabalhadores, à custa de uma futura redução de pensões, corresponde a uma privatização parcial da SS que, concordemos com ela ou não, é surpreendente que venha num documento do PS.

Honestidade e boa-fé

Há umas semanas um colega meu, o Miguel Portela, recebeu um telefonema da Caixa Geral de Depósitos. Comunicaram-lhe que tinham uma boa notícia para lhe dar. Iam baixar-lhe a prestação do seu crédito à habitação em 118€. Nem mais nem menos, 118€. Dado que a prestação é de pouco mais de 500€ por mês, estamos a falar de uma redução de mais de 20% no valor mensal. O meu colega agradeceu a boa-vontade, mas perguntou quais seriam as contrapartidas. Responderam-lhe que aumentariam a maturidade do empréstimo em 15 anos. E voltaram a insistir e perguntar se estaria interessado nesta mudança.

O meu colega, admirado com o facto de o banco se disponibilizar, sem mais, a alargar o prazo do empréstimo, dirigiu-se pessoalmente a uma agência da Caixa e perguntou se não haveria mais contrapartidas, ou seja, se tudo o resto ficaria igual. Mais concretamente, perguntou o que aconteceria ao ‘spread’ do seu empréstimo neste novo contrato. A resposta foi a de que o ‘spread’ seria de 2 pontos percentuais.

Sem acreditar na proposta que lhe estavam a fazer, perguntou se sabiam qual era o seu ‘spread’ actual ao que lhe responderam que sim, que sabiam. Era de 0,3 pontos percentuais.

Eu, estupefacto, me confesso. A Caixa Geral de Depósitos, um banco público que tem como única utilidade impor alguma decência ao mercado bancário, anda a propor aos seus clientes que aumentem sete vezes o valor dos seus ‘spreads’. E propõe isto disfarçado de uma descida da prestação.

Isto é tudo tão inacreditável que o meu colega perguntou à funcionária da Caixa Azul se andavam mesmo a propor estas alterações de empréstimos aos seus clientes. A funcionária pegou numa circular interna e leu-a ao meu amigo, confirmando que tinha indicações para fazer propostas nesse sentindo, aumentando os spreads para 2 pontos percentuais. Apesar dessa directriz a senhora disse-lhe claramente que a proposta não era financeiramente interessante. Ou seja, no contacto directo com a sua agência a informação foi correcta e ética, o que também não admira, dado que era bastante óbvio que não seria fácil de enganar um professor de economia. O problema vem do contacto telefónico. Dado que as alterações de contrato passarão sempre pela agência de cada um, o resultado final dependerá da literacia financeira do cliente e do peso de consciência do funcionário que tratar de cada caso em concreto.

É este o sinal que a Caixa Geral de Depósitos ― banco público, lembre-se ― dá ao mercado e aos restantes bancos: aproveitai-vos da iliteracia dos vossos clientes para reformular os vossos contratos de forma ruinosa para os clientes. Perante isto, é legítimo ficarmos indignados com a forma como alguma banca privada impingiu produtos tóxicos aos seus clientes?


Ao contrário das burlas descritas no parágrafo anterior, a proposta da Caixa Geral de Depósitos tem a vantagem de não ter qualquer tipo de incerteza relativamente ao resultado final. Ao contrário do papel comercial do BES e do produto financeiro que flutuava ao sabor do mercado, o novo contrato proposto pela Caixa tem um efeito certo. É certo que o cliente fica altamente prejudicado.

Li claramente lido

Numa tentativa de aceder ao Portal das Finanças, surge a seguinte mensagem no monitor:

"AVISO
Por motivos de ordem técnica, não é posível satisfazer o seu pedido neste momento.
Por favor tente mais tarde."

Uma vez que o acesso ao Portal se devia à entrega da declaração de IRS, apetece responder desta forma:

"AVISO
Por motivos de ordem financeira, não é possível satisfazer o vosso pedido neste momento.
Por favor tente noutro lado."

domingo, 24 de maio de 2015

Coisas de pessoas...

Eu adoro os meus amigos e tenho uma sorte fantástica de ter uma colecção invejável deles -- ainda por cima, que cresce! Sendo eu uma introvertida inveterada, muitas vezes surpreende-me que tanta gente me dê o prazer da sua amizade.

Uma característica comum a muitos dos meus amigos é a forma como eles vêem o mundo. Eles não vêem coisas; eles vêem pessoas e em algumas coisas vêem-me. Frequentemente, dizem-me, "Isto és tu.", "Isto fez-me pensar em ti." O que é isto? Às vezes, é arte, livros, peças de roupa, restaurantes, pastelarias...

Ontem, isto foi um poema de José Régio, interpretado por João Villaret, que apareceu no meu iMessage mesmo antes de eu chegar a Texarkarna, TX. Um dos meus amigos decidiu enviar-mo porque eu tinha dito que ia ouvir livros audio na minha viagem e ele sabe que eu adoro poesia.

Agora, partilho-o convosco. Talvez vos dê o mesmo prazer que me deu a mim...

A Rita: do Texas para o DN, com o patrocínio da NOS

Como se pode ver nesta notícia, o caso da Rita não é caso único. Numa altura em que damos o nosso nº de contribuinte até para comprar uma caixa de fósforos, é importante estarmos atentos a estas fraudes. Mais importante ainda é que as empresas afectadas não façam bullying com as vítimas, numa tentativa de lhes cobrar valores indevidos.

Leituras relacionadas: Sou vítima de fraude e A NOS desistiu

sábado, 23 de maio de 2015

On the road...

A caminho da terra do Rei! Ainda me falta atravessar o Arkansas todo. Aposto que os Amor Electro não sabiam que o álbum deles ia ser usado como acompanhamento de road trips nos EUA...

Saí de Houston às 11:30 da manhã. Pois é, sou mesmo atrasada. O plano era sair antes das 10. Faltam-me 5 horas e meia para chegar...


Sempre a abrir!

Uma vez perguntaram-me: "Do y'all have cows in Portugal?" Fiquei sem palavras por uns segundos...

Virei à esquerda aqui:

Já ouvi "The Importance of Being Earnest" duas vezes. Depois vou ouvir "The Picture of Dorian Gray". Preciso de refrescar a memória porque o li há muito tempo. 




sexta-feira, 22 de maio de 2015

Queridos homens: mais um golpe contra vós...

O mundo é um sítio cruel... Então as senhoras vão falar com o rabi para ele tentar convencer os maridos a ficarem mais picantes na cama e o rabi, como acha que não consegue convencer os homens, decide dar às mulheres um substituto: um vibrador kosher! Não, eu não estou a inventar--está tudo no meu site preferido: a Bloomberg.
The rabbi is a self-described religious nationalist, meaning he’s devout but accepts most aspects of modern life, and that makes some ultra-Orthodox people, or haredim, as it’s referred to in Hebrew, skeptical of his authority. “Of course, I could find them rabbis, but these women come from serious haredi families, who aren’t going to listen to a religious nationalist,” says Alexander, sitting among fellow yarmulke-wearing patrons. “Instead, I offered to find her the right product that replaces the man.”

Ah, e a descrição do vibrador parece muito interessante e ainda por cima o rabi mora ao pé de uma adega! Se calhar eu devia meter isto na minha lista de Natal porque afinal Cristo era judeu e o vibrador deve passar "o teste de cheiro" de brinquedos permissíveis. E eu sou muito brincalhona...

The device, he explains in incrementally hushed volumes at a winery by his home in the Gush Etzion settlement, is a sex toy of rotating silicone.